sexta-feira, 28 de maio de 2010

Os Piratas do Silício

Quem viu este filme sabe que é o começo de uma virada a Apple ultrapassar a Microsoft em valor de mercado. A Microsoft cresceu em cima de um clone do Mac OS, que era um clone de um sistema operacional desenvolvido na Xerox, para o qual os executivos não davam muita bola.

A Apple sempre foi a melhor fabricante - melhor software, melhor casamento software +hardware etc. Só que, no final dos anos 90, a empresa quase faliu, antes de contratar Steve Jobs novamente - que fora afastado do comando pelo seu próprio Conselho de Administração nos anos 80, pelo estilo despótico de gestão.

Após o retorno de Jobs, a Microsoft injetou dinheiro na Apple, adquirindo 40% de suas ações em 1997. Os produtos desenvolvidos dali em diante formaram um mercado consumidor fetichista e idólatra - a idolatria, dedicada tanto aos produtos Apple quanto ao fundador da empresa.

Por fim, 13 anos depois da "parceria" Gates-Jobs, esta grande surpresa - o atual valor de mercado da Apple. Ainda é cedo para sugerir a estabilidade deste novo cenário mas, se Bill Gates é tão competitivo como imagino, seu café devia estar parecendo mais amargo que o usual, ontem.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dio - pequenina homenagem

Morreu nesse fim de semana Ronnie James Dio, aos 67 anos. Dele, só conhecia Gates of Babylon, uma das minhas canções preferidas. Um musicaço:



Voz agressiva, realmente poderosa, que dá personalidade à música, além dos arranjos maravilhosos.

Segundo o NTPO, ele teria criado o sinal de chifrinhos com a mão que qualquer metaleiro envelhecendo ou velho ou moleque querendo ser radical fez ou faz. Uma participação dele num troço muito legal feito pelo Jack Black, o filme Tenacious D - The pick of Destiny , o traz não tão contundente quanto em Gates of Babylon, mas também caracterizado (e característico!):




O produtor de Tenacious D, no material extra do DVD de Pick of Destiny, fala sobre a "graça"(de ser engraçado) do mojo sombrio de Dio - ou algo do tipo. É dúbio dito desta maneira; não sabemos se queria dizer se era bom ou ruim - mas o fato era que Dio era admirado, se não pela temática de suas canções, por sua voz e imagem "of darkness" (ainda que engraçada por ser um pouco ridícula).

Bons sonhos para Dio.
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atualização: André Forastieri escreveu um texto nada piegas sobre o deus ridículo do rock.