Morreu nesse fim de semana Ronnie James Dio, aos 67 anos. Dele, só conhecia Gates of Babylon, uma das minhas canções preferidas. Um musicaço:
Voz agressiva, realmente poderosa, que dá personalidade à música, além dos arranjos maravilhosos.
Segundo o NTPO, ele teria criado o sinal de chifrinhos com a mão que qualquer metaleiro envelhecendo ou velho ou moleque querendo ser radical fez ou faz. Uma participação dele num troço muito legal feito pelo Jack Black, o filme Tenacious D - The pick of Destiny , o traz não tão contundente quanto em Gates of Babylon, mas também caracterizado (e característico!):
O produtor de Tenacious D, no material extra do DVD de Pick of Destiny, fala sobre a "graça"(de ser engraçado) do mojo sombrio de Dio - ou algo do tipo. É dúbio dito desta maneira; não sabemos se queria dizer se era bom ou ruim - mas o fato era que Dio era admirado, se não pela temática de suas canções, por sua voz e imagem "of darkness" (ainda que engraçada por ser um pouco ridícula).
Bons sonhos para Dio.
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atualização: André Forastieri escreveu um texto nada piegas sobre o deus ridículo do rock.
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Escreve que eu prometo não ler.