quarta-feira, 30 de setembro de 2009

El niño de Honduras e o Brasil nos trilhos (internacionais)

...para amanhã, um post sobre a história do ambientalismo no Brasil. Por enquanto, um clipe de um moleque de 10 anos impressionante, discursando contra o golpe de Micheletti em Honduras e inflamando o povo:



Leia também meu amigo Tadeu sobre o golpe em Honduras. É um panorama com causas e consequências  do golpe e da ação brasileira - bom para quem anda perdido com a metralhadora midiática paulista  (apontada para o presidente Lula) e de adjacências políticas.

The Indepent, um dos jornais do Reino Unido de maior prestígio global (junto com o The Observer), publicou um texto em 27 de setemebro sobre a candidatura do Rio de Janeiro às Olimpíadas, onde diz que o Brasil finalmente está sendo concretizado - como promessa de grande país que sempre foi. O título?



The rise and rise of Brazil: Faster, stronger, higher (clique para ler o artigo).



Ele usa o gancho das Olimpíadas para falar sobre o aumento da influência da política externa do Brasil, das descobertas da Petrobrás e de Manuel Zelaya na embaixada brasileira.

Há trechos bizarros, como este aqui, falando sobre o dinheiro do pré-sal:
Lula is making plans to use the new money to correct the abuses that stemmed from the Western-supported military coup of 1964, and the subsequent years of savage repression and torture, which ground down his own living standards and those of millions of other poor Brazilians. Brazil is also a massive food exporter – comforting when famine stalks many other places.

De onde o repórter tirou isso? Não era para a ciência e para a educação?

Bom, mas o artigo passa uma impressão positiva do governo, como a maior parte da cobertura internacional (em língua inglesa) sobre o Brasil no momento. A mesma coisa da imprensa-cão de guarda de São Paulo.

E a última: Lula sancionou a não-censura do debate político na internet e a impressão do comprovante de voto a partir da eleição de 2014!

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atualização

O nome do niño é Oscar David Montecinos.

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Escreve que eu prometo não ler.