sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Parado meliante!

Eu to muito ansioso por aqui, com o tcc e provas de trainees diversas. E postando nesse blog, que é meu exercício de texto diário - e de paciência para vcs, que, por algum acaso, caiam por aqui.


Mas ontem...

Ontem, dirigi de São Paulo até Penápolis, casa de meus pais.

No meio do caminho, fui parado numa estação da Polícia Rodoviária. Disse um boa noite, e o “guarda”perguntou se não poderia pegar carona com uma voz engraçadamente simpática.

Se eu imaginasse a história inacreditável que ele iria me contar, eu teria oferecido carona antes dele pedir. Eu disse: "se você não se incomodar de ir ouvindo heavy metal e música japonesa... Ele gostava de rock, e não se incomodou de seguir ouvindo yon yén e, depois, Rooooooots, Blooooody roooots!

Eu contava que estorei o carter do carro do meu pai há anos, passando rapidamente em cima de um bueiro bem elevado. Foi assim: o carro acabara de passar por uma valeta; a carcaça do carro fez um movimento que acompanhou a baixada da valeta, e subiu após ultrapassá-la e, por inércia, desceu de novo, dando uma porrada na tampa do bueiro, exatamente onde fica o carter. Enfim, chegamos no colégio com o carro cheio de fumaça (fumegando) saindo ao redor.

O guarda, para continuar o assunto, falou despretenciosamente que ah, aquelas curvas de nível de plantação também estragam o carter. Eu falei nossa, como assim, vc deu um rolê num morro de plantation?
"Sabe o que é, eu e meu parceiro estávamos perseguindo um Astra. Começou quando demos um sinal de luz e o Astra começou a acelerar; toquei a sirene duas vezes (*ueou*; *ueou*) e o cara acelerou mais. Ele começou a correr muito e saiu da pista pra grama da propriedade do lado da pista. Aceleramos o que pudemos – a traseira do carro saía do chão e o carro voava a cada morro. Sabe aquele frio na barriga que se sente quando, hum... Eu disse, quando rodamos o carro, por ex; isso, ele disse, multiplica por mil e fica contínuo. Apesar do calor, vc sua gelado e o “frio na barriga”não passa. É muito louco!"

A essa altura – e antes da descrição da perseguição – ele já me contara que ele e o parceiro renderam oish meliante, algemaram e descobriram um monte de armas debaixo do banco traseiro, além de 120 kg de maconha escondidos em todos os forros do carro – portas, teto, porta-luvas, frente. O olho brilha num dia desses!, segundo o policial.

Isso aconteceu alguns dias antes dos ataques do PCC às cadeias de SP.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escreve que eu prometo não ler.